O Cobogó, foi criado em Recife, na década de 1930, por três engenheiros, cuja sílabas iniciais do sobrenome, deram nome ao produto: Amadeu Oliveira
Coimbra, Ernest August
Boeckmann e Antônio de
Góis .
Foram concebidos a partir dos muxarabis, treliças de madeira que ficavam nas janelas das construções árabes.
Elemento vazado, inicialmente feito em cimento, posteriormente passou a ser construído com outros materiais como a argila, vidro, cerâmica, ferro, aço, madeira, em muitos tamanhos e desenhos.
Auxilia na privacidade de ambientes e ainda garante iluminação e ventilação natural.
Elemento presente em obras de Lúcio Costa, Niemeyer e outros grandes arquitetos do século XX.
Hoje as peças reaparecem, influenciando o design contemporâneo brasileiro.
A partir de uma pesquisa das tipologias tradicionais dos cobogós cerâmicos, a equipe do Studio mk27, escritório liderado pelo arquiteto Marcio Kogan, elegeu três padronagens que foram relidas para se ajustar ao novo material, o mármore.
Apenas uma foi realizada, segue abaixo:
Padronagem - Cobogó Haaz - Marcio Kogan
Via imagens variadas da internet.